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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Maria do Rosário defende machismo de Lula e é humilhada em rádio

Interessante, que sempre, e sempre eles utilizam, dois pesos e duas medidas.
"Na tua bolsa não terás diversos pesos, um grande e um pequeno.
Na tua casa não terás duas sortes de efa, um grande e um pequeno.
Peso inteiro e justo terás, fa inteiro e justo terás, para que se
prolonguem os teus dias na terra que te dará o SENHOR, teu Deus.
Porque abominação é ao SENHOR, teu Deus, todo aquele que faz isso, todo
aquele que faz injustiça." (Dt 25:13-16)
E é por, entre outros, também, esse motivo, que clamo pela INTERVENÇÃO
MILITAR imediata. (ely silmar vidal - jornalista)

Maria do Rosário é moralmente repugnante mesmo. Faz chilique contra
adversários com falsas acusações de machismo, mas esconde fatos claros
de machismo cometidos por Lula.

Veja o que diz o Canal da Direita:

Durante entrevista, Maria Do Rosário Nunes tenta justificar machismo de
Lula e faz radialista perder a paciência AO VIVO.PF flagrou Lula
planejando usar feministas do PT para atacar adversários. A gravação
ainda mostra o ex-Presidente chamando as feministas de "mulheres do
grelo duro". A deputada, conhecida por acusar Jair Messias Bolsonaro de
ser machista, foi entrevistada sobre o ocorrido e saiu em defesa do
líder petista. Nem o radialista, de esquerda, aguentou a hipocrisia da
parlamentar que se diz defensora das mulheres. No final, ele bota
Rosário pra correr.

E prestem atenção! O radialista é simpático a alguns aspectos da causa
feminista.

A regra aqui é aquela defendida por Alinsky: "faça seu adversário
sucumbir pelo seu próprio livro de regras".

Convenhamos: está fácil derrubar os petistas com essa tática.

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=ux3z9B4Wz7M&feature=youtu.be]
-lucianoayan.com/2016/03/19/maria-do-rosario-defende-machismo-de-lula-e-e-humilhada-em-radio/
- Fonte: Lula ofende feministas do PT e é defendido por - Canal da Direita

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Membro Honorário: Ordem Filosófica Mundial Vidya Ashram



"Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo.
Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei, mas querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne.
Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo.
Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura.
E, a todos quantos andarem conforme esta regra, paz e misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus.
Desde agora, ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito. Amém! (Gl 6:12-18)

Glórias dou ao amado Senhor e mestre por mais esta honraria recebida, sei que meu amado Jesus, que é o Cristo de Nazaré, tem-me honrado, para a glória do Seu doce, santo e sagrado nome.
Que Deus abençoe a cada um de meus queridos irmãos e irmãs, onde quer que estejam e que a paz, que excede a todo entendimento, seja com cada um de vocês, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém e amém! - (apóstolo ely silmar vidal)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Lava Jato: Segundo delator, Odebrecht comprou um banco só para propinas



Um dos executivos apontados como operadores de offshores do chamado "departamento de propina" da Odebrecht disse em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira controlou 42 contas offshores no exterior, sendo que a maior parte delas foi criada após aquisição da filial de um banco, o Meinl Bank Antigua, no fim de 2010.

Vinícius Veiga Borin citou em delação premiada transferências "suspeitas" das contas associadas à Odebrecht que somam ao menos US$ 132 milhões. O delator é o primeiro a falar em detalhes sobre as transações internacionais do grupo por meio de offshores.

Borin trabalhou em São Paulo na área comercial do Antigua Overseas Bank (AOB), entre 2006 e 2010. Ele e outros ex-executivos do AOB se associaram a Fernando Migliaccio e Luiz Eduardo Soares, então executivos do Departamento de Operações Estruturadas - nome oficial da central de propinas da empreiteira, segundo a Lava Jato - da Odebrecht para adquirir a filial desativada do Meinl Bank, de Viena, em Antígua, um paraíso fiscal no Caribe.

A aquisição envolveu ainda Olívio Rodrigues Júnior, responsável por intermediar a abertura das contas para a empreiteira no AOB. A participação de 51% da filial da instituição financeira em Antígua foi adquirida, segundo o relato, por US$ 3 milhões mais quatro parcelas anuais de US$ 246 mil. Ao final da negociação, o grupo passou a ter 67% do Meinl Bank Antígua.

A 'conta' João Santana só cresce

o marqueteiro das campanhas presidenciais de Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Luiz Inácio Lula da Silva (2006), teria recebido US$ 16,6 milhões de três offshores usadas pelo "departamento de propinas" da Odebrecht.

O valor é quase o triplo do já rastreado no exterior pela Lava Jato na conta do marqueteiro com apoio de autoridades suíças - US$ 6,4 milhões. Além disso, a operação identificou que João Santana e sua mulher e sócia Monica Moura teriam recebido no Brasil outros R$ 23,5 milhões.

'Chinês da 25 de Março'

Ao revelar detalhes sobre as transações financeiras em offshores do "departamento de propinas" da Odebrecht no exterior, o executivo e delator da Lava Jato Vinícius Veiga Borin afirmou que dentre os responsáveis por fazer as entregas de dinheiro em espécie da empreiteira no Brasil estava um chinês apelidado de "dragão" que atuava nas lojas da 25 de março - tradicional centro comercial da capital paulista, e dois irmãos Adir e Samir apelidados de "kibe" e "esfirra".

As expressões "operação dragão" e "operação kibe" são algumas das encontradas nas planilhas apreendidas pela Polícia Federal na sede da empreiteira em Salvador durante as operações Acarajé e Xepa, 23ª e 26ª fases da Lava Jato, respectivamente.

A utilização de codinomes e siglas para se referir aos destinatários e até operadores de contas e responsáveis pela entrega de dinheiro era uma das práticas do "departamento de propinas" da Odebrecht que os investigadores estão se dedicando a desvendar.

Representante

Borin afirmou que o banco AOB começou a operar contas para a Odebrecht a partir de um pedido de Olívio Rodrigues, que se disse representante da empreiteira e interessado em abrir contas no banco para movimentar recursos referentes a obras no exterior.

Ele afirmou ainda que acredita que os recursos movimentados em grande parte pelas contras associadas à Odebrecht "eram ilícitos" ou não se referiam a pagamentos de fornecedores ou "relativos a obras da companhia".

Conforme o delator, com a aquisição do banco, seu grupo e o dos executivos da Odebrecht passaram a dividir uma comissão de 2% sobre cada entrada de valor nas contas das offshores controladas por Olívio. Da porcentagem, 0,5% ia para os três ex-executivos do AOB, 0,5% para a sede do banco em Viena e 1% para Olívio, Soares e Migliaccio.

A aquisição, segundo Borin, inicialmente envolveu também Vanuê Faria, sobrinho do controlador do Grupo Petrópolis Valter Faria, que, de acordo com o delator, teve cerca de US$ 50 milhões nas contas que mantinha no AOB bloqueados com a liquidação do banco. Entre o fim de 2011 e 2012, Vanuê vendeu sua participação.

No depoimento, o delator disse que nunca teve contatos com Marcelo Odebrecht ou outros executivos do grupo além dos citados. Borin afirmou que Migliacio e Felipe Montoro, outro representante da Odebrecht, sugeriram no ano passado que ele e os outros sócios no Meinl Bank deixassem o Brasil em razão do avanço da Lava Jato. Segundo o delator, citaram Antígua, Portugal e República Dominicana e chegaram a pedir um plano de gastos com a mudança.

"Que Felipe Montoro e Migliacio tinham uma grande preocupação com os documentos do Meinl Bank, tendo aventado a possibilidade de comprarem o banco e o encerrarem em seguida para 'sumirem' com a documentação", diz trecho do depoimento.

Olívio está preso e é réu na Lava Jato. Luiz Eduardo Soares também cumpre prisão preventiva no Paraná. Ambos respondem por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro na Lava Jato por pagamentos da empreiteira no exterior e em espécie no Brasil para Santana e sua mulher. Migliaccio está preso na Suíça e responde a processo no país europeu.

Defesas

Procurada pela reportagem, a Odebrecht informou, por meio de sua assessoria, que não iria se pronunciar sobre o depoimento. O advogado Fabio Tofic, que defende Santana, informou que só vai se manifestar sobre o caso perante a Justiça. As defesas de Olívio Rodrigues, de Valter Faria e Vanuê Faria não foram localizadas.

Com informações Estadão Conteúdo -msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/lava-jato-segundo-delator-odebrecht-comprou-um-banco-s%c3%b3-para-propinas/ar-AAhkEo0?li=AAggXC1&ocid=iehp

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Gleisi leva nova invertida; Janaína Paschoal dá aula de Direito e silencia senadora aloprada



A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) precisa urgentemente calibrar a mira política. Na quarta-feira (15), a petista foi "atropelada" por resposta humilhante de um técnico do Tribunal de Contas da União (TCU) quando tentou enrolar com suas conhecidas "conversinhas" balbuciadas em defesa da "presidenta".

Como se fosse pouco, Gleisi levou uma "entupida" da jurista Janaína Paschoal, que deu uma 'aula de Direito' para a senadora que é licenciada na matéria, mas deve ter esquentado o banco da faculdade fazendo política partidária.

Janaína ministrou a Gleisi um 'curso' sobre "suspeição". Para variar, a senadora paranaense, a maior implicada no escândalo do Petrolão (denunciada por cinco delatores e indiciada, juntamente com o marido, por corrupção passiva), tem o hábito de considerar como "suspeita" qualquer testemunha que fale contra os interesses do PT ou de Dilma Rousseff.

A advogada, signatária do pedido de impeachment, explicou a Gleisi o que é um parecer suspeito e o que significa suspeição. Provou, sem deixar dúvidas, que nenhum dos testemunhos que Gleisi tentava questionar era, de fato, suspeito.

Se há no âmbito do processo de impeachment alguém a ser considerado "suspeito", na ponta da fila estão a própria Gleisi e boa parte da bancada petista, praticamente toda implicada de forma direta, por ação ou omissão, nos crimes que podem levar Dilma ao impedimento.

A senadora paranaense, que envergonha os eleitores do seu estado e constrange seus pares no Parlamento com sua parolagem desconexa, sofre de anorexia intelectual, a ponto de desempenhar papel pífio na tropa de choque da afastada Dilma.

Em vez de perder tempo com esse protagonismo marcado pela pequenez obediente, Gleisi deveria explicar aos brasileiros os motivos que a levaram a nomear um pedófilo, condenado a mais de cem anos de prisão, para o cargo de assessor especial na Casa Civil.

- Redação Ucho Info -  16/06/2016 -ucho.info/impeachment-gleisi-leva-nova-invertida-janaina-paschoal-da-aula-de-direito-e-silencia-senadora-aloprada

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